Incrível
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15 Leitores do Incrível que encontraram as coisas que pareciam mais ordinárias, mas tinham um segredo

Geralmente é muito difícil achar algo realmente útil ou valioso em brechós e feiras de antiguidades. Mas, às vezes, as pessoas encontram não apenas algo decente, mas também uma surpresa adicional. Já os mais sortudos costumam encontrar algo legal em qualquer lugar, literalmente.

Nós, do Incrível.club, recebemos muitas histórias de nossos leitores que, além de encontrarem algo aparentemente comum, também ganharam uma surpresa inesperada. Já no bônus você encontrará um testemunho de que nem todos os achados são tão bons como parecem à primeira vista.

  • Há muito tempo atrás, na década de 1990, fomos comprar uma geladeira. Escolhemos uma e o vendedor ainda nos disse: “O motor dessa faz um barulho incomum. Se levar, vai ter um desconto pelo conserto”. Realmente tinha algo dentro que estava fazendo barulho. Mas o desconto nos convenceu! Quando trouxemos a geladeira para casa e a desmontamos, encontramos um anel de prata dentro do motor. © Svetlana Popova / Facebook
  • Uma vez, no ônibus, cortaram a bolsa da minha mãe, mas não conseguiram roubar nada. Mamãe, é claro, estava muito chateada, porque não tinha dinheiro para comprar uma bolsa nova. Então ela foi a um brechó. Escolheu uma bolsa e tentou pedir um desconto, sem sucesso. Porém, em casa, encontramos no bolso interno da nova aquisição uma pulseira de ouro e um anel. © Ina Mihailova / Facebook
  • Há 10 anos nos mudamos para um novo apartamento. Os proprietários anteriores deixaram os armários e eletrodomésticos embutidos na cozinha. Então a máquina de lavar louça quebrou. Solicitamos um técnico e, enquanto ele estava mexendo na máquina, resolvi lavar o chão no lugar onde ela estava instalada. Adivinha o que eu encontrei, além da poeira? Um envelope, com 500 euros! A minha alegria não tinha limites! Aliás, a máquina não tinha como ser consertada. © Gulnaz Novoselova / Facebook
  • Na década de 1980, o pai da minha amiga comprou uma grande lata de arenque em conserva para o Ano Novo. Quando a abrimos, estava cheia de caviar preto. Uns 3 kg. © Olga Nazarova / Facebook
  • Nos anos 1990, meu filho ainda estava no começo da sua carreira. Estava reformando um apartamento. Quando abriu os pisos, encontrou um maço de notas antigas no valor de uns 6 a 7 mil. Eram novinhas, mas, infelizmente, a reforma monetária já havia acontecido. © Galina Kornusova / Facebook
  • Há muito tempo atrás compramos em um brechó uma bolsa para nossa filha. Já em casa, encontramos no bolso interno 40 libras em notas de vinte. O dinheiro nos ajudou muito! Troquei uma nota e deu para nos salvar. © Elena Klava / Facebook
  • Quando eu era criança, minha mãe me comprou um carrinho de brinquedo alemão com controle remoto a cabo. Algumas partes internas estavam soltas, mas o carrinho estava em perfeitas condições. Bom, resolvi desmontá-lo e encontrei um homenzinho mecânico embaixo do banco. Com certeza, ele não deveria estar lá. © Alexey Davydenko
  • Um tempo atrás, trabalhei como segurança em um prédio. Certa vez, meu parceiro disse que na garagem tinha um monte de coisas que alguém havia jogado, e me mostrou dois alfinetes de gravata que havia achado lá. Ele disse que eu podia escolher um. Eu peguei o que era mais largo. Usei-o no trabalho por cerca de meio ano, e depois decidi ir a uma casa de penhores. Descobri que era de ouro, uns 10 gramas de ouro 750. © Andriy Marushchenko / Facebook
  • No início dos anos 1990, eu era estudante e não tinha muito dinheiro. Na mesma época começaram a surgir brechós e lojas second hand. Comprei uma calça, muito descolada, ninguém tinha igual. Quando cheguei em casa, fui verificar os bolsos antes de lavar, e achei 30 dólares. Para uma estudante era simplesmente uma dádiva! Depois, acabei encontrando em outras compras moedas e notas de outros países. Todas estão comigo até hoje. © Olga Nesterenko / Facebook
  • Há uns 8 anos comprei em um brechó um casaco infantil para o meu filho. Antes de lavar, decidi verificar os bolsos e encontrei 15 euros. © Elena Shchegoleva / Facebook
  • Comprei duas malas na Holanda. Dentro delas encontrei duas caixas: uma com um broche de madrepérola e outra com uma corrente de prata com colar e brincos. Chocada até hoje! Tudo era novo. © Odessa Liza Antik / Facebook
  • Uns 20 anos atrás compramos em uma feira de caridade uma calça para nosso filho de 4 anos, por alguma ninharia. Em casa, achamos uma nota de 20 em um bolso. Ainda me lembro disso. © Larisa Kusaev / Facebook
  • Em um brechó, minha amiga provou uma jaqueta cinco vezes mas, no final, decidiu não levar. Aí eu, nem sei por quê, peguei a jaqueta. Nem era do meu tamanho, mas resolvi verificar os bolsos e encontrei uma nota de 100. Que sorte! Decidi checar uma bolsinha e achei mais 20! © Valentina Golberg / Facebook
  • Eu também tive uma história de um brechó. Comprei uma calça e encontrei no bolso 5 euros. Pouca coisa, mas agradável. A calça custou o mesmo valor. © Diamanda Sergueeva / Facebook
  • Encontrei 20 dólares em uma jaqueta do brechó mas, infelizmente, aquela nota já estava fora de uso. Eu a usei como um marcador de livro: imagina os olhares das pessoas no transporte público! © Elena Vodomerova / Facebook

Bônus: alguns achados não são tão bons quanto parecem à primeira vista

  • Estava voltando do trabalho, já estava escuro. Encontrei uma nota amassada embaixo de uma lanterna. Com a mão trêmula, coloquei-a no bolso. Estava voltando do trabalho, já estava escuro. Comecei a pensar se deveria gastá-la imediatamente no mercado ou doar para quem precisasse mais. Quem venceu foi a consciência. Ou, talvez, a superstição de que o dinheiro encontrado na rua não deveria ser utilizado comigo. Então fui para casa e, à luz de uma lâmpada, percebi que não era uma nota de verdade. Eu ri horrores de mim mesma, e pensei: “Como foi fácil, não?! Ninguém reparou no dinheiro com a rua movimentada, apenas eu, e ainda planejei o que fazer com ele! Que sorte que decidi não ir ao mercado. Seria uma vergonha!” © Natalia Melnik / Facebook

Você já encontrou algo dentro das coisas que comprou? Conte-nos o que era!

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