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15 Gênios que conseguem lidar com birras de crianças da melhor forma

A criação de filhos é, sem dúvida, um processo desafiador, que requer firmeza, paciência e um estoque de ideias criativas. Afinal, é com a criatividade que podemos despertar o interesse da criança pela leitura, fazê-la se apaixonar pela história ou até mesmo ajudá-la a perder o medo de um dentista assustador.

Nós, do Incrível.club, ficamos viciados em ler histórias de usuários das redes sociais que sabem como lidar com os caprichos infantis. E fazem isso com estilo!

  • Estava indo para casa. À minha frente passava um garoto com a sua avó. No caminho, havia uma caixa com brinquedos. O menino gostou de alguma coisa ali, parou e disse “Uau!” A avó não parou; então, o menino a alcançou e perguntou: “Você viu?” Ela respondeu: “Vi”. Após 3 segundos, mesma pergunta e mesma resposta. E, assim, umas 5 vezes. O menino não aguentou e exigiu: “Compre!” A avó calmamente respondeu: “Não vi”. Só de lembrar a expressão do garoto naquele momento me dá vontade de rir. © Подслушано / Ideer
  • Quando meu neto de 3-4 anos fazia birra ao sair de casa para passear, eu sempre lhe dizia que não íamos passear, mas sim, contar os “Toyotas” e os “Renaults”. Bem, tudo que aparecesse no caminho. Sempre funcionava; ele saía correndo para a rua! © Светлана Усольцева / Facebook
  • Meu primogênito tem 6 anos. Ligaram da creche, falaram que estava chorando e se queixando de dor de dente. Minha esposa o levou ao dentista. A propósito, antes, ele nunca tinha tratado os dentes, somente fazia check-ups. Mas ele conhecia a “máquina infernal” dos dentistas de algum lugar, só não sabia como era. Então, quando chegamos, o filho começou a perguntar: “O que é isso? E aquilo?” Quando chegou a hora do “motorzinho”, a especialista disse que era um pequeno aspirador de pó e que ela iria limpar os dentes rapidamente para que não doessem. E isso funcionou perfeitamente! Foi um tratamento sem gritos e choros. E à noite, quando cheguei em casa do trabalho, meu filho correu e gritou: “Pai, eles passaram um aspirador de pó nos meus dentes e agora nada dói.” © Kentovit / Pikabu
  • Recentemente, em uma loja, ouvi como uma criança adorável (3-4 anos) perguntava à sua mãe com um ar de mais velha: “Realmente preciso disto ou posso esperar?” É isso que chamam de educação severa. © Подслушано / Ideer
  • Quando minha filha tinha 2,5 anos, a levei à creche. Uma semana de birras pelas manhãs e à noite (claro, precisava chorar com antecedência), até que, um dia, sem querer, falei que iríamos visitar a educadora da creche, porque ela estava com saudades e nós tínhamos pena dela. E, pronto, desde então, “visitamos” a educadora com muito prazer. © Елена Василевская / Facebook
  • Estava em um ônibus. Uma criança de 5 anos não parava de gritar “QUERO UM PÉ-GA-A-A-S-O!” A mãe simplesmente falou: “Vou te gravar e postar o vídeo na Internet”. Educação severa. © Подслушано / Ideer
  • Fecharam a creche e fiquei com meu filho em casa. Eu trabalho de home office. Meu filho adora chegar por trás discretamente, pegar o mouse e clicar em todas as janelas. Quando estou trabalhando, falo: “Kostia, estou trabalhando. Não incomode/não toque nisso, por favor”. Recentemente, quando estava em videoconferência, tive de sair por um instante. Meu filho pegou logo no mouse e começou a abrir todas as janelas. De repente, meu chefe lhe falou em um tom sério: “Kostia, o pai está trabalhando. Largue o mouse!” Vocês deveriam ouvir o grito de espanto dele! ©Nurmann / Pikabu
  • Meu pai, um historiador, queria me incentivar a estudar o assunto. No final, entendeu que não iria me cativar só com conversas. Por isso, me disse que os hunos montavam acampamentos no território da nossa casa de campo; logo, foram os tártaros, os poloneses, os suecos, e assim, em ordem cronológica. Ele me mandava escavar uma parte do jardim onde enterrava munições falsas, uma ponta de lança ou alguma parte de uma armadura. Eu ficava maravilhado em poder segurar uma relíquia, então me empenhava em escavar o terreno com muita dedicação, querendo me sentir um verdadeiro arqueólogo! E mesmo tendo de trabalhar duro, passei a amar a História com toda minha alma! © Палата № 6 / VK

“Naruto nos ensinou a não desistir”

  • Quando coloco o meu filho de três anos para dormir durante o dia, falo: “Ou você fica quieto e com olhos fechados durante cinco minutos ou vai dormir durante duas horas.” Funciona! De nada! © Марина Калачикова / Facebook
  • Quando era criança, costumava visitar o meu avô na sua casa de campo. Obviamente, estando naquele lugar lindo, assim que acordava, a vontade era de colocar um vestido, tomar o café da manhã delicioso e sair correndo para aproveitar o dia de sol! E não fazer a cama. Mas vovô era atento e exigente: para ter permissão de tomar o café da manhã, o “soldado” devia fazer a cama! Um dia, para confrontar sua teimosia, decidi usar o meu raciocínio lógico. Pensei muito e disse: “Vovô! Não faz nenhum sentido fazer a cama de manhã, se à noite voltamos a dormir nela!” E meu avô me respondeu calmamente: “Então por que você coloca um vestido todas as manhãs se vai tirá-lo à noite?” Sinceramente, até hoje (e já se passou muito tempo!) eu me lembro da sensação “sem-palavras” combinada com a de “nossa, como o vovô é inteligente!” © BrownELCB / Pikabu
  • Aos 2 anos, o meu filho já sabia os números e não se cansava de contar todas as pessoas presentes. Também conhecia as letras, mas não gostava e se recusava a lê-las em uma ordem lógica. Um dia, no trabalho, me ofereceram uma visita a um sanatório para mim e para crianças menores de 7 anos. Fomos. Eu peguei um livro infantil da biblioteca. Durante a tarde, comecei a ler o livro para meu filho e, quando cheguei a um momento interessante, disse que estava cansada de ler e pedi que lesse para mim. Ele leu algumas páginas em voz alta, pensou que eu caí no sono e, então, começou a ler para si mesmo. Fiquei sem me movimentar por cerca de uma hora; queria mudar de posição, mas sem assustá-lo. Alguns anos depois, fui praticamente repreendida porque meu filho preferia sentar e ler durante o recreio em vez de correr pelo corredor. Fiquei orgulhosa. © Хищный ЗаИц / AdMe
  • Pedia ao meu filho (3-4) anos para segurar a minha mão para que eu não caísse numa poça de lama. Ele me ajudava com um verdadeiro cavalheiro. E, claro, também evitava pisar nelas. © Парасковья Козмулич / Facebook
  • Quando era criança, meu pai sempre gostava de me desafiar: “Duvido que você traga um copo de água da cozinha agora. Aposto que não vai conseguir remover todos esses brinquedos em 15 minutos”. Vocês, com certeza, precisam se lembrar dessa técnica para criar seus filhos. E, sim, eu cresci, mas ele continua fazendo piadas: “Aposto que não consegue encontrar um emprego e sair de casa”. © Палата № 6 / VK
  • Meu filho e eu tentamos doar sangue em um laboratório particular, onde a médica fez de tudo: mimou o garoto, deu um Kinder Ovo, um curativo legal, um balão...mas, mesmo assim, ele derramou três litros de lágrimas sem nenhum resultado. Então, fomos a um hospital. Aí, a enfermeira disse: “Sente-se, coloque a criança no colo e abrace-a com força”. Olhou para meu filho e disse: “Você sabe contar? Conte!” Quando ele chegou ao número quatro, começou a gritar. Então, ela disse: “Está gritando por quê? Já acabou, devia ter gritado antes!” Simples assim! Na clínica particular, ele não parava de chorar quando mal tinham colocado o torniquete. Mas, no hospital público, a funcionária foi tão rigorosa que o garoto ficou com medo de dar um pio! Mas, no final, tudo foi super rápido e fácil! © Lisavtrusah / Pikabu

Temos certeza que você tem alguns truques que o ajudam a lidar com tais desafios na criação de filhos. Compartilhe conosco!

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