Incrível
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14 Leitores do Incrível nos contaram sobre os contratempos pelos quais tiveram de passar no exterior

Quando viajamos para outro país, esperamos que a viagem seja ótima e isenta de problemas, não é? Mas, às vezes, a vida nos presenteia com reviravoltas, que podem proporcionar aventuras incríveis. E tais viagens são, geralmente, as que ficam mais vívidas na memória.

Os leitores do Incrível.club nos contaram sobre as histórias curiosas pelas quais passaram em viagens pelo exterior. Alguns desses relatos poderiam facilmente se tornar enredos de filmes de comédia. E no bônus, vamos contar a história de um mal-entendido que pode ocorrer caso você não fale bem uma língua estrangeira. Acompanhe!

  • Na Tailândia, um conhecido colocou o passaporte no bolso da camisa e foi alimentar uns macacos. Um dos macacos conseguiu roubar o documento dele. Por conta disso, ele precisou ir ao consulado obter um certificado para conseguir voltar para casa. Lá, os funcionários riram da situação e escreveram que o passaporte havia sido roubado por uma “pessoa não identificada”. © Oxana Chernova / Facebook
  • Meu pai estava de férias no Mar Morto. Ele pisou em algum buraco de lama e os dois chinelos dele afundaram. Com as mãos, resgatou os chinelos e acabou encontrando outros cinco de outras pessoas. Ele tentou combinar os mais parecidos e os usou até o fim da viagem. Ele disse que chinelos eram caros em Israel, por isso ficou com pena de gastar dinheiro. © Yulia Kazakova / Facebook
  • Nos perdemos em Montenegro, na gloriosa cidade de Petrovac. Para quem não sabe, dá para percorrer toda a região em 40 minutos. Normalmente, almoçávamos e logo íamos à praia. Então, um dia, foi escurecendo e, ao voltar, não sabíamos o nome da rua nem o número do prédio. Sabíamos apenas que era a “18ª rua”, mas ninguém parecia entender o que isso significava. Perguntamos em uma loja de excursões, depois num restaurante. Fomos até uma delegacia de polícia, e nos disseram: “Ah, somos da Sérvia, viemos passar o verão aqui, não sabemos”. Nem o taxista sabia para onde ir. Obrigada a você, querida recepcionista do hotel, que não nos informou direito! Entramos no Booking, abrimos o mapa e faltavam 100 m. Chegamos, que felicidade! “Mas como pode?” — deve estar se perguntando o leitor. Muito simples: a rua 18 era uma microruela apenas para pedestres. © Vasya Kot / AdMe
  • Ocorreu uma situação curiosa há 10 anos. Sou da Rússia e estava em Praga com minha amiga, que mora na Alemanha há mais de 20 anos, e a filha adolescente dela. Nos perdemos um pouco ao nos apressarmos para chegar à apresentação das fontes cantantes. Abordei uma senhora com um cachorro para pedir ajuda. Perguntei em inglês, mas ela não entendeu. Então, minha amiga falou em alemão, e a senhora ficou com uma fisionomia ainda mais confusa. Pedimos para a filha da minha amiga perguntar em espanhol, que ela estudava na escola. Nada. Então, perguntei à minha amiga em russo: “Sua filha não está aprendendo nenhuma outra língua na escola?” Nessa hora, a senhora começou a rir e disse em russo: “Se me perguntarem em russo, posso ajudar”. © Natasha Racova / Facebook
  • Minha irmã e eu nos hospedamos em Praga no hotel “International”. No dia seguinte, haveria uma excursão pela cidade. Então, descemos ao primeiro andar para sair e, de alguma forma, caímos no restaurante. Ficamos confusas, voltamos e nos perdemos nos corredores. Não conseguimos chegar a tempo para a excursão. © Olga Bilaya / Facebook
  • Monserrate. Era verão. Eu estava sentada no peitoril da janela do café de um hotel tomando um sorvete. Minha perna estava enfaixada, pois tive um pequeno acidente ao subir o monte St. Geroni. De repente, vi diversos policiais correndo, pois, aparentemente, um helicóptero estava pousando. Bem, o que aconteceu foi que um hóspede do hotel se sentiu mal e chamou a emergência, que o transportaria de helicóptero ao hospital. O médico, ao ver minha perna, tentou me acudir e quis me carregar para o helicóptero. Fiquei impactada com a eficiência da medicina europeia, mas logo me soltei e gritei: “Ei, calma, estou bem e consigo me virar sozinha!” Um dos policiais começou a rir e me comprou mais um sorvete. © Elena Glibenko / Facebook
  • Fui visitar um amigo na Suécia. Comprei algumas guloseimas para lhe agradecer pela acomodação: pão preto, leite condensado, arroz integral, entre outras coisas. Pus tudo na mesa, e ele disse: “Ah, mas isso tudo é vendido aqui!” Bem, ele pôs tudo no armário, não deu a mínima e acho, ainda, que nem comeu depois. © Svetlana Trutneva / Facebook
  • Nossa viagem para Nápoles foi memorável, e fomos recebidos pelos amigos da minha filha. Eles deveriam ter nos levado de carro até o trem, que seguiria em direção à Roma. Entramos num carro velho, que não tinha os vidros das janelas de trás, sem contar que os sinalizadores de curva não funcionavam. E quando nos aproximamos de um cruzamento, me disseram: “Senhora, você precisa pôr a mão para fora para indicar que vamos fazer a curva”. © Lyudmila Kopnina / Facebook
  • Viajamos para Montenegro. Escolhemos um hotel às pressas, e chegamos lá muito tarde. Pela manhã, saímos na varanda e vimos uma vista de... um antigo cemitério. Nas duas semanas que ficamos hospedados lá, até nos acostumamos com a vista. © Maria Lakomkina / Facebook
  • Em Sharm El Sheikh, saí da água e percebi, ao sentar na espreguiçadeira, que havia perdido minha prótese de dente (desculpe pelos detalhes). Após mergulhar novamente, avistei a prótese nos corais! Minha esposa ama contar essa história aos nossos amigos. © Sergei Nemchinov / Facebook
  • Quando eu era jovem, fui a um congresso em Roma. Durante as sessões, escapava e caminhava bastante pela cidade, que eu não conhecia até então, e também não falava a língua local. Certa vez me perdi e andei por horas e horas, até que me encontrei ao lado de uma enorme parede. Pensei, que muralha será essa?! Em frente, por uma ruela estreita, havia casas residenciais bastante luxuosas. Era siesta, ruas vazias, portanto não havia ninguém a quem eu pudesse perguntar. Daí, me aproximei dos portões e vi uma placa que dizia: “Vaticano”. © Veronika Schneider / Facebook
  • Viajei pela Itália sozinha. Na estação de Termini, em Roma, comprei uma passagem de trem para Florença. Olhei para o bilhete e vi que o assento não estava indicado. Não sabia nada de italiano, então informei ao moço do caixa em inglês que eu precisava reservar um lugar. Ele não entendeu. Repeti algumas vezes, de formas diferentes, não ajudou. Comecei a fazer mímica, tentando representar um assento e batendo no bumbum para ele entender que eu precisava sentar. O rapaz ficou perdido, me olhando assustado e reclamando na sua língua materna. Por sorte, um homem chegou, me perguntou em inglês o que eu queria e depois explicou ao caixa. Assim, descobri que a reserva de assentos era feita separadamente, no departamento de reservas de assentos... © Evgenya Gordeeva / Facebook
  • No Vietnã, meu vestido voou da varanda e caiu num canteiro de obras. Minha amiga e eu fomos recuperá-lo. Os pedreiros, infelizmente, não sabiam inglês. Começamos a pular, apontando para a varanda, tentando mostrar que o vestido havia caído, como naqueles jogos de mímica. Porém, depois de tal performance, a única coisa que tiramos deles foi: “A madame precisa ir ao banheiro?” Por fim, os rapazes pegaram um papel e uma caneta e tudo se esclareceu. Eles buscaram meu vestido e ganhamos belas memórias dessa viagem. © Nadezhda Prihodko / Facebook
  • Jurmala, Letônia. Tomávamos café da manhã no hotel. Minha amiga e eu saímos no terraço para tomar um café a céu aberto. Lá, havia umas seis mesas e todas vazias. Então, uma senhora apareceu com um prato de comida, o pôs na mesa e voltou ao salão, provavelmente para pegar uma bebida. Nessa hora, uma gaivota pousou na mesa dela, pegou um dos peixes do prato e voou para longe. A senhora voltou depois com uma xícara de café e talheres, olhou para o prato e, então, para nós. O olhar dela foi de ódio... © Nataliya Kuzmina / Facebook

Bônus: uma história curiosa de um leitor do Pikabu

  • Meu amigo, que se mudou há pouco tempo para os Estados Unidos, me contou esta história. Certa vez ele passou o dia instalando o piso novo para um cliente — era um homem forte com uma barba ruiva longa e sardas no rosto. Meu amigo havia esquecido o nome do cliente. Depois, ele escutou a esposa do homem chamá-lo de “Honey” (ou seja, “Querido”, uma palavra bastante comum entre cônjuges). O problema foi que meu amigo pensou que o nome do cliente era esse e passou a chamá-lo também de “Honey”. O trabalho foi finalizado, eles acertaram as contas, e meu amigo voltou para casa. Mais tarde, após contar à esposa toda a história, ela lhe explicou a situação, pois falava inglês bem. Os dois passaram o dia rindo. Meu amigo achou necessário ligar para o homem e explicar, em inglês quebrado, que havia se equivocado. © Ceseus / Pikabu

Por que situações divertidas você já passou em uma viagem pelo exterior? Comente!

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