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11 histórias que comprovam: tirar boas notas não quer dizer nada na vida adulta

11 histórias que comprovam: tirar boas notas não quer dizer nada na vida adulta

Com que frequência você ouviu na escola que, se tirasse notas ruins, teria uma vida difícil? Pois essa afirmação passa longe de ser necessariamente verdadeira.

Por isso, o Incrível.club selecionou 11 histórias sobre pessoas que, em algum momento, foram maus alunos. Só que eles provam, sem dar lugar a dúvidas, que a vida não depende exclusivamente das notas presentes no boletim escolar.

  • Na escola, eu fui um mau aluno, e hoje trabalho com os principais clientes do Google. Levando em conta o rendimento geral, eu era um dos três piores alunos da turma e cheguei até a ser obrigado a trocar de escola. Os outros dois que também iam mal na escola também estão indo muito bem na vida, pelo que sei são homens criativos e de muito sucesso. E vejam só, o pior aluno de outra turma, que eu encontrava com frequência no vestiário (nós sempre éramos expulsos de sala e ficávamos no vestiário para não sermos vistos pelo diretor), está prestes a virar um astro do futebol.

  • O aluno que tirava as piores notas na minha turma virou um velejador de longas distâncias. No último ano, ele percorreu a América Latina duas vezes, já deu uma volta ao mundo e acaba de ter o primeiro filho. Lembre-se sempre: as notas nem sempre significam muita coisa.

  • Eu só tirava as notas necessárias para passar de ano, ficando sempre entre as últimas na lista de todas as disciplinas (exceto música e arte). Hoje, trabalho em uma grande empresa da Espanha. Tenho uma profissão desconhecida: sou traffic broker (media buyer), e minha especialização na empresa também é um tanto incomum. Acho que não há nem 100 pessoas com a mesma função em toda a Europa. Além disso, dou aulas numa reconhecida faculdade de marketing digital. Atualmente, olho para trás e penso no meu professor de literatura, que sempre disse que eu teria um trabalho medíocre. E dou risada!

  • Nosso "pior aluno da escola" hoje é neurocirurgião. Depois de muitas travessuras da época de estudante, de passar o dia ouvindo heavy metal durante as aulas e de tirar as piores notas. Com uns 15 anos, ele começou a ajudar a mãe, que produzia uma revista sobre jardinagem e paisagismo. Ao sair da escola, entrou na faculdade de medicina. Se formou com sucesso e hoje é um médico de renome. E continua ouvindo heavy metal. Na verdade, ele até toca numa banda.

  • Hoje, sou o fundador e proprietário da minha própria empresa. Mudei de escola 7 vezes e fazia parte do grupo de "estudantes com notas insatisfatórias. Nunca quis me dedicar a temas que me pareciam entediantes, e isso envolvia boa parte das disciplinas ligadas às ciências. Com uns 16 anos, como era permitida a reprovação em uma disciplina, simplesmente parei de frequentar as aulas de álgebra. E não seguia o programa escolar nas matérias cujos professores não me agradavam. Atualmente, todos os meus amigos de infância têm trabalhos dependentes, como gerentes ou vendedores. Na mesma situação estão quase todos que só tiravam 10.

  • Meu tio era um péssimo aluno, sobretudo em química. Nem a professora o aturava, e ela chegou a dizer que ele teria uma vida de fracassos, e acabaria varrendo o chão para ganhar a vida. Anos depois, meu tio percebeu que a química era uma das disciplinas mais interessantes, e isso acabou virando sua vocação. Ele se formou na universidade de química e hoje está concluindo o doutorado. Há pouco tempo, foi convidado para dar uma palestra. Durante sua fala, meu tio percebeu um certo alvoroço nas últimas filas do auditório. Logo ele ficou sabendo que sua antiga professora estava ali, e que ela quase desmaiou de surpresa ao reconhecê-lo.

  • Eu era sempre o dono das piores notas da turma. Não reprovava, mas tirava a nota mínima para passar de ano. E depois de terminar a escola, recebi uma menção honrosa na universidade, partindo em seguida para uma segunda graduação. Trabalhei por dois anos e meio numa grande agência, depois passei 3 anos dirigindo minha própria empresa. Atualmente, penso que posso contribuir para um mundo melhor. Falo inglês e japonês fluentemente, estou tendo aulas de violino, faço yoga, sou fera no cubo mágico e faço coaching de superação pessoal. Tudo isso me mostrou que às vezes as notas na escola não querem dizer nada.

  • Muitos daqueles que iam mal na escola hoje têm seus negócios próprios, sua família e filhos. E eu, que sempre tive notas boas, mal consigo pagar o aluguel de um quarto, muito menos sair para me divertir. Algo deu errado, mas muito errado.

  • Consigo dizer, observando a 3 metros de distância, que minha coleção de ampulhetas na prateleira não está nivelada. Na loja de móveis, sou capaz de perceber a diferença na altura de cadeiras do mesmo modelo, que deveriam ser idênticas. Consigo identificar mudanças nas roupas, maquiagem e expressões faciais dos meus amigos, conhecidos e companheiros de viagens. Posso determinar a distância exata das coisas que se encontram a 600 metros, com uma precisão de 3 metros. Diante de um alvo em movimento a uns 300 metros, acerto 100% dos meus tiros. E saí da escola tirando apenas as notas mínimas para aprovação.
  • Minha turma tinha 3 alunos com notas muito ruins. Um deles criou uma fundação que presta assistência a centenas de pessoas necessitadas. O segundo trabalha como chefe de redação em um importante jornal. E o terceiro sou eu, colaborador em uma revista esportiva e escritor de livros sobre esporte.

  • A ironia do destino. Até o último ano na escola, tirava notas medíocres, fazendo parte do grupo de alunos ruins, e até reprovando algumas vezes. Sete anos se passaram. Ontem, contratei uma ex-colega de classe. Ela sempre tirava 10 e até recebeu uma menção honrosa da escola!

Produzido com base em material de thequestion, Подслушано, Палата № 6