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11 Histórias fofas da infância que dão vontade de voltar no tempo

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A infância é uma fase inesquecível, durante a qual acontecem coisas engraçadas e comoventes.

O Incrível.club escolheu algumas das melhores histórias de infância para que você mergulhe na nostalgia e relembre um pouco do que viveu quando era criança.

  • Quando eu era criança, resolvi escrever meu testamento. Meu gato herdaria todos os meus brinquedos. Meu quarto ficaria para o Alexandre, um rapaz sem-teto que sempre me cumprimentava. Já meu livro sobre boas maneiras eu deixaria para meu irmão, depois daquela briga que tivemos. Levei esta lista para uma tia que é advogada, e pedi que ela validasse. Esperta que é, ela fez várias cópias do papel e mandou para toda a família. O original, minha tia emoldurou e deixou sobre sua mesa de trabalho, junto com seus diplomas. Assim, ela arrancou risadas não dos parentes, mas também dos seus clientes.
  • Uma vez, na hora do cochilo no jardim de infância, um menino se aproximou de mim. Fingi que estava dormindo e não me movi. Ele deitou ao meu lado, deu um beijo em minha bochecha e disse, sussurrando: "Te amo". Depois, voltou ao seu lugar. Eu lembro daquele dia como se fosse hoje. Ele usava um casaco cinza com linhas verticais. Hoje eu estou com 27 anos, e essa recordação infantil é um dos momentos mais românticos e especiais da minha vida.
  • Na minha infância, quando eu fui passar as férias na cidadezinha do meu avô, notei que todas as casas tinham uma placa que dizia: "Cachorro diabólico no quintal". Uma vez briguei com meu avô e escrevi nas portas: "Avô diabólico no quintal".
  • Uma menina levou sua boneca nova ao jardim de infância. Era tão bonita que os outros alunos também gostaram muito. Todos brincaram com ela, mas eu a quebrei. Depois de ver as lágrimas no rosto da minha colega, decidi que precisava dar a ela outra boneca igual. E assim, pedi que meus pais comprassem, mas expliquei que não era para mim. Meus pais apoiaram a ideia e, no dia seguinte, eu entreguei a boneca à menina. Ela ficou tão feliz! Só que meu pai tinha preparado um presente surpresa para mim, e me entregou quando foi me buscar na escolinha. Ele disse que eu tinha feito a coisa certa e que se sentia muito orgulhoso.
  • Quando eu tinha três anos, fui com minha avó comprar coisas numa loja. Nos aproximamos de uma vitrine, e havia ali uma fila com algumas pessoas. Uma das mulheres disse à minha avó: "Que filha linda você tem!". E eu, sem pensar muito, baixei a calça e a cueca e disse: "Eu sou um menino!"
  • Lembro que, quando eu tinha oito anos, nossa gata deu à luz. Depois das férias de fim ano, quando eu não queria voltar a acordar cedo para ir à escola, minha mãe pegava todos os gatinhos e colocava em cima de mim, na cama. Eles subiam pelo meu corpo, então eu tinha de levantar e colocá-los no chão. É uma das melhores lembranças da minha infância.
  • Quando meu irmão era pequeno, nós morávamos numa casa grande no interior. Frequentemente, ele ficava no quintal tomando sol. Pegava uma cadeira de praia, tirava as roupas, mas se cobria totalmente com um lençol. Minha mãe dizia que não era daquele jeito que se tomava sol, mas ele respondia: "Não me importa, se eu não me cobrir os mosquitos vão me atacar!"
  • Moro no mesmo conjunto habitacional que uma amiga, as duas no segundo andar. Nossas casas são separadas por apenas duas portas. Quando éramos pequenas, não tínhamos telefone, então um dia resolvemos fazer nosso próprio "correio". Pensamos em esticar uma corda da minha varanda até a dela. Foi uma tarefa difícil, mas no fim conseguimos. Passamos a colocar recados numa ponta da corda, e eles deslizavam de uma até a outra, foi muito divertido. Ficamos muito felizes, e todas as tardes trocávamos cartas. Às vezes eu acordava, ia para a varanda e via que tinha chegado mais um recado: "Bom dia!". Como tenho saudades dessa época.
  • Quando eu era criança, minha amiga e eu costumávamos brincar na caixa de areia. Ela começou a me contar uma história: em certa ocasião, tinha cavado tanto na areia que chegou até o nível dos metrôs, e que ficou assistindo à movimentação dos trens. Eu acreditei e passei a cavar até à noite, até que meus pais vinham e me levavam para casa. Sempre que ia àquele lugar, começava imediatamente a cavar. Me decepcionei muito quando me disseram que nossa cidade não tinha metrô.
  • Na infância, durante o banho, eu gostava de encher a boca de água e de me imaginar com uma fonte, colocando pressão para jogar a água para cima. Eu até adotava diferentes posições para me transformar nas mais diversas fontes. Pois é, enquanto uns sonhavam em se tornar médico ou astronauta, eu sonhava em ser uma fonte...
  • Quando eu tinha 3 anos, meus pais pintaram o piso. Como era muito pequeno, não percebi e corri por cima dele. Hoje tenho 21 anos. Há poucos dias, afastei o sofá e vi as minhas pequeninas pegadas. Os meus pais resolveram não eliminar as marcas para que eu as visse quando crescesse.
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