Incrível
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20 Vizinhos irritantes que fazem qualquer dor de cabeça parecer piada

“Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra!” Mas, se o teto for do seu vizinho, aí é que nós aconselhamos a manter a pedra bem guardadinha mesmo. Pois, enquanto alguns têm a sorte de criar verdadeiras amizades com os demais ocupantes do bairro ou do prédio, outros dão o azar de morar ao lado de pessoas que fazem o maior alarde, por menor que seja o motivo. E os nossos leitores contam, em histórias de deixar-nos “boquiabertos”, o quanto isso pode ser irritante.

  • Estava hospedada na casa do meu filho, cuidando da minha nora e da minha netinha recém-nascida. Subi ao terraço às 6h da manhã para dar banho de sol na bebê, quando uma vizinha passou e chamou minha atenção porque ela estava sem calças compridas e “bebês sentem frio”. Detalhe: estamos em Pernambuco e neste dia estava um calor enorme! Eu sou mãe de três filhos, tenho 50 anos e uma neta, sei o bastante sobre crianças. Então respondi que se eu desse um pouco mais de atenção a ela, provavelmente ela me ensinaria a ser avó! Não tenho a menor intimidade com ela, e nem sequer a conheço, assim como meu filho e nora também não. © Luciana Mafra Ratis / Facebook
  • Quando eu morava em apartamento, o vizinho do lado gritava dia e noite e ligava o som alto de madrugada. Conversei e reclamei diversas vezes, pois além de tudo, meu filho tinha 5 meses na época. Num certo dia, ele disse que eu era muito chata e que nunca reclamava quando meu filho chorava... deixei para lá. Sete meses depois, o filho dele nasceu. Dizem que se você não sabe se colocar no lugar do outro, a vida vem e te coloca. © Elisangela Cruz / Facebook
  • A minha vizinha da frente tinha laranjeiras lindas. Nesse ano, no entanto, ela notou que as laranjas estavam sumindo da árvore. Desconfiada, se escondeu à vista da janela do banheiro e pediu para que o marido e a filha saíssem com o carro. Foi assim que descobriu que uma outra vizinha estava enchendo sacolas com o fruto... ela até deixou que levasse no mesmo dia, mas encomendou vários tijolos e fechou o buraco que permitia o acesso à residência. Pois bem, a mulher ainda ficou com raiva e foi tirar satisfação! © Anilé Isoton / Facebook
  • Eu tinha uma vizinha que mandava os filhos jogarem o lixo do banheiro dela na minha garagem, todos os dias, geralmente pela parte da manhã. Quando eu viajava, ela jogava também o lixo da cozinha. Precisei fazer um B.O. e mesmo assim ela continuou! Resultado: cansei! Me mudei para um sítio e hoje sou feliz, pois tenho paz. © Tica Pilta / Facebook
  • Tinha uma vizinha que gostava de cuidar da vida de todos. Quando me casei, fui embora e fiquei distante dela. Mas depois que minha filha nasceu, eu costumava passar na casa da minha mãe, que continuava morando no mesmo lugar. E a vizinha, como sempre, ficava sentada no banco em frente à sua casa — até que um dia, ela pediu para ver minha bebê, e como se fosse natural, perguntou se eu tinha casado grávida. Respondi que sim, diante dos seus olhos arregalados, e completei: “Me casei em junho de 2000, e minha filha nasceu em março de 2002, era filha de elefante!” Então dei um sorriso e fui embora. © Josiane Souza Alves / Facebook
  • Eu tinha um vizinho que esperava eu chegar em casa com as compras do mercado para me pedir absolutamente tudo, de papel higiênico a comida. As compras, que deveriam durar o mês, duravam dias... até que resolvi cortar. Toda vez que eu falava que não tinha, ele questionava o modo como eu estava vivendo, já que não tinha coisas essenciais. Eu só conseguia pensar: “Oi? E está me pedindo por quê?” Ele, inclusive, dava vários almoços com as coisas da minha casa. Falava assim: “Nossa, fulano vai vir aqui e eu falei que ia fazer strogonoff, mas só tenho o alho.” Felizmente me mudei e nunca mais na vida vi o sem noção. © Jéssica Mariano / Facebook
  • O meu vizinho deixava a cachorra no jardim bem ao lado da janela do meu quarto. O quarto dele, no entanto, ficava do outro lado de sua casa. Curiosamente, ela latia a noite toda e dormia o dia todo, e quando eu reclamava dos eventuais barulhos ele respondia: “Mas não me incomoda...”. Foi assim por 6 anos, até ele se tornar pai. Foi quando instalei um alarme que misteriosamente disparava quando a cachorra latia. Olha só, ela foi transferida para a outra parte do quintal e o alarme nunca mais disparou. © Denise DeDau / Facebook
  • O esgoto da casa de uma vizinha estava vazando para a minha casa. Quando reclamei, ela questionou se eu tinha certeza de que era esse o problema, pois teria que mexer no terreno todo para descobrir. Então chamei a empresa de tratamento de água e constataram que se tratava mesmo disso. Ela ficou brava e certo dia parou para perguntar se “ainda estava vazando”, respondi que sim, e ela teve a coragem de replicar: “E será que o cheiro não é dos seus cachorros?” © Lila Maíra Colodel / Facebook
  • Uma vez, uma vizinha pediu para lavar as louças e a roupa dela na minha casa, porque a sua água tinha sido cortada. Deixei sem problemas e achei que aquela seria a única vez que isso aconteceria, mas a situação se repetiu por alguns dias. Depois de lavar as coisas, ela passou a ficar para assistir à novela, mesmo sem eu convidar. Em um desses dias, meus filhos, que na época tinham 6 e 7 anos, estavam brincando na sala e ela assistindo TV, até que de repente ela começou a brigar e a gritar com eles pedindo que se calassem e se aquietassem, pois ela queria ver a novela sossegada. Eu fiquei uma fera e pedi para que ela fosse embora e que não viesse mais em minha casa, e ainda respondeu que eu era muito chata. Pois bem, nunca mais voltou. © Naty Toro / Facebook
  • Aqui no prédio não é proibido lavar as janelas, desde que você avise os seus vizinhos para que eles possam fechar as deles. Uma vizinha as enxaguava e não avisava ninguém que morava embaixo — era a mesma que fazia festas até altas horas da madrugada, o que também não é proibido, com limite de horário até as 22h. Após isso, você pode continuar, mas sem incomodar os demais moradores. Em ambos os casos, somente a multa resolveu. © Audrei Balduino de Lima / Facebook
  • Eu tenho uma vizinha que tinha o costume de chacoalhar os tapetes em direção à minha sacada. Certo dia reclamei, e ela disse que era o vento que trazia a sujeira. Curiosamente, depois desse dia, o vento começou a se comportar e nunca mais trouxe sujeira. © Adriana Cristina / Facebook
  • Comecei uma obra em casa e precisei sair porque a reforma era grande, então contratei caçambas para jogar todo o entulho. No entanto, a vizinha da frente começou a descartar lixo, resto de comida, um sofá velho e tudo o que a imaginação permitir no mesmo lugar. Até que um dia cheguei para ver como estava o andamento do trabalho e ela veio reclamar que eu tinha que retirar a caçamba antes dos dias estipulados, porque estava fedendo. Simplesmente respondi que se ela não queria sentir o mal cheiro, que usasse o serviço de coleta de lixo como todo mundo e parasse de jogar seus resíduos na caçamba, que ficou lá, por sinal, até o fim do prazo. © Erika Muñoz / Facebook
  • Me mudei para uma nova cidade e os vizinhos tinham o costume de pedir tudo emprestado e nunca devolver. Afinal, para que comprar se é possível levar emprestado e ficar para sempre? Acho que era o que se passava na cabeça deles. Vinham visitar na hora das refeições e falavam alto até tarde em meio a gargalhadas e palavrões. Quis fazer a boa vizinhança, mas quando vi, estava sendo feito de bobo. © Odon Ricardo Lyra / Facebook
  • Moro em prédio e planto árvores frutíferas em vasos na área comum do edifício. Até aí tudo bem, ninguém implica. Um dia, tirei uma cerejeira e plantei na rua, pois ela estava “sentida”, e deixei um bilhete pedindo para que os moradores da região não deixassem os pets fazerem necessidades no local, já que renderia frutos. Pouco tempo depois, a árvore simplesmente sumiu. Fui ao prédio em frente, que tinha câmeras, e pedi para ver as filmagens — então me enrolaram até eu falar que não desistiria. Sabe o que aconteceu depois de uns 15 dias? A árvore voltou para o lugar! Quem pegou devolveu. Esse ano colhemos várias cerejinhas, e sendo na rua, qualquer um pode saborear. © Maria Da Guia Otoni Alves / Facebook
  • Eu e meu esposo construímos nossa casa em um bairro nobre de São Paulo. Geralmente, o nosso telefone fixo vinha com cerca de 400, 500 pulsos (isso há 24 anos). Até o dia em que meu marido viu um fio saindo do nosso poste para a casa do vizinho, e PASMEM, a nossa conta veio com muitas ligações interurbanas e para celulares, comumente efetuadas no meio da noite. Quando o confrontamos, ele acordou em pagar somente as interurbanas, e disse que o restante das ligações não tinham sido suas! © Marta Bonazzi Machado / Facebook
  • Eu morei numa casa em que, infelizmente, a dona (minha inquilina) morava nos fundos. Um belo dia, estava na sala assistindo a um jogo de basquete e como a minha porta normalmente ficava aberta, ela entrou como se fosse uma atitude normal e ficou falando durante quase 30 minutos, enquanto eu a olhava com uma expressão indignada. Nessa mesma casa, se fizéssemos festa na laje, éramos obrigados a convidar os seus netos, senão ela achava ruim — esses mesmos netos que às 6h da manhã, num domingo, ficavam gritando ao redor. Me mudei o quanto antes e ainda saí de lá mal falado! Ela dizia que eu era egoísta, já que não deixava seus netos à vontade. © Gui Mendonça / Facebook
  • Tinha uma vizinha que chegou a trabalhar no mesmo local que eu, então ela meio que sabia o quanto eu ganhava. Depois que saiu do emprego, todo sábado ela esperava eu chegar e me pedia um determinado valor para comprar pão, leite, etc. E de vez em quando pedia dinheiro até para comprar o gás. Ela até pagava depois, mas não pensava que você poderia já ter planos para o dinheiro. © Amares Macedo / Facebook
  • Tinha uma casa de praia geminada onde só ia às vezes. Um fim de semana, fui para lá curtir um pouco e a vizinha que era moradora ao lado veio falar comigo. Ela pediu para construir uma janela na parede que dividia as nossas casas, pois eles aumentaram a construção em toda a extensão do terreno. Respondi que era impossível, pois tiraria toda a minha privacidade: “Como vai ficar uma janela da sua casa dentro da minha casa?” Ela ficou indignada, e com seriedade, ainda disse que não tinha iluminação e nem ar, e que por ter um bebê, precisava mesmo da janela, e até poria uma cortina. “Você nem vem tanto para praia. E se eu já tivesse quebrado a parede, e colocado uma janela?” completou. Ainda bem que, certo tempo depois, ela vendeu a casa e sumiu. © Maria Aparecida Prestes / Facebook
  • Saí uma tarde para fazer compras de natal e naturalmente cheguei tarde em casa. Como de costume, estava guardando o carro na garagem quando notei o meu vizinho, um senhor aposentado, olhando por cima do muro que dividia o nosso quintal. Antes que pudesse reagir, o folgado falou: “Onde você tinha ido? Demorou demais!” Agora imagine a minha cara! Nem respondi, entrei para casa morrendo de raiva. Muito abusado! © Rosana Araújo / Facebook
  • Eu tive uma vizinha que tinha uma árvore enorme em sua porta. Entre as nossas casas, havia uma outra abandonada, mas ela fazia questão de varrer as folhas secas passando pela moradia vazia e deixando tudo em frente à minha. Um dia, eu a vi fazer isso bem no momento em que eu estava saindo. Então a esperei terminar e entrar, e peguei todas as folhas e joguei na frente do portão dela. Desde então, nunca mais apareceu folha na minha porta. © Elisangela Teixeira / Facebook

Há algum vizinho que alguma vez lhe tirou do sério? Por quê? Adoraríamos ler a sua história! Conte na aba dos comentários!

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