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7 Erros que você deve evitar para proteger a saúde do seu filho

Geralmente quando estão grávidas, as mulheres fazem o possível para manter um estilo de vida e uma dieta mais saudáveis, pensando tanto no bebê quanto nelas próprias. Só que alguns alimentos e bebidas não devem ser consumidos nos nove meses de gestação, pois apresentam riscos.

O Incrível.club quer falar um pouco sobre eles. Ao fim do post, você encontrará um bônus extra que é de muita utilidade e que todas as futuras mamães devem conhecer.

Mas não se esqueça: cada corpo reage de forma diferente aos diversos alimentos. Então, consulte sempre seu médico.

7. Certos tipos de peixes

Quando a mulher está grávida, deve manter-se afastada de dois tipos de peixe:

  • Sabe-se que alguns peixes possuem altos índices de mercúrio. Isso inclui espécies grandes, como o peixe-espada, tubarão, lúcio, atum e cavala. O mercúrio é associado a problemas de desenvolvimento e também cerebrais nos bebês. A carpa tem níveis moderados de mercúrio, por isso deve ser consumida com cuidado, não mais que uma vez por semana. Segundo uma pesquisa do Departamento de Proteção Animal dos Estados Unidos, os peixes que têm pouco mercúrio são: anchovas, bagre, salmão, sardinha, tilápia, bacalhau, abadejo e truta. Moluscos: ostras, lulas e vieiras. Crustáceos: camarão.
  • Peixes capturados em rios, canais e lagoas perto de fábricas e outras fontes de poluição. Os exemplos incluem salmão, peixe azul, robalo, lúcio e truta. Eles podem conter altos níveis de bisfenol.

6. Queijos moles

Essas delícias podem estar contaminadas por E.coli ou listeria, bactéria que pode causar problemas de saúde bem desagradáveis e sérias complicações para a gravidez. Exemplos de queijos assim incluem o roquefort, camembert, gorgonzola, feta, brie e queijo fresco, desde que tenham sido preparados com leite não pasteurizado.

Solução: escolha queijos duros, como o suíço ou cheddar, ou aposte nos moles desde que esteja 100% segura de que eles foram produzidos com leite pasteurizado.

5. Frutos do mar defumados

Esses ingredientes não são seguros após serem refrigerados, a menos que tenham sido cozidos até alcançar os 73°C de temperatura interna. Eles podem conter Listeria monocytogenes, a bactéria que causa a listeriose, condição muito perigosa para a mãe e para o bebê.

Solução: para prevenir a listeriose, prefira mariscos defumados em conserva.

4. Exagero na cafeína

Quantidades excessiva de cafeína no organismo das mães foram associadas ao nascimento de bebês com peso abaixo do normal, partos prematuros e até abortos espontâneos. Portanto, é importante manter o controle sobre a ingestão de bebidas com tal substância. Uma xícara de café ou chá por dia é tido como aceitável, mas é fundamental não ingerir mais de 200 miligramas de cafeína diariamente. E lembre-se: chá verde e alguns refrescos também possuem cafeína, então não se deixe enganar.

Dica: escolha bebidas descafeinadas. Em geral, água (beba bastante) e sucos naturais são as melhores opções.

3. Embutidos

É melhor evitar todas as carnes já prontas para o consumo, também conhecidas como carnes frias. Elas também podem conter a problemática bactéria listeria, da qual já falamos neste post. Os exemplos incluem embutidos, salsichas de hot dog e hambúrgueres.

Solução: caso não queira abrir mão desse tipo de produto, ao menos prepare-o ao vapor.

2. Chás e suplementos à base de ervas

A maioria das pessoas acha que as ervas estão entre os alimentos mais saudáveis do mundo, só que isso nem sempre é correto. Certas ervas são usadas há séculos para provocar abortos, e obviamente continuam causando o mesmo efeito.

Suas opções: uma boa ideia é se informar sobre toda e qualquer erva que estiver pensando em consumir, seja em bebidas ou em qualquer outra forma. No entanto, o melhor é abrir mão totalmente das misturas de ervas vendidas prontas para uso por restaurantes e lojas (os funcionários podem não ter 100% de certeza sobre a composição) e preferir uma xícara comum de chá verde ou preto.

1. Álcool

Infelizmente, o álcool ingerido pela mãe pode chegar à placenta e afetar o desenvolvimento do bebê. Enquanto o organismo dos adultos possui mecanismos especiais que ajudam a processar eliminar o álcool, um feto pode ter uma quantidade muito pequena dessas defesas, ou mesmo não possuí-las.

Assim, as bebidas alcoólicas afetam o desenvolvimento das células e dificultam o caminho dos nutrientes e oxigênio no corpo da criança.

É por isso que, até hoje, não existem provas de que até mesmo pequenas quantidades de álcool sejam permitidas durante a gravidez.

É bom lembrar que algumas mulheres, durante a gravidez, podem ter intolerância a certos alimentos, como banana, limão ou tomates. Como já dissemos, é preciso se informar com seu médico sobre os alimentos seguros nesse período tão importante.

Bônus

É preciso colocar a parte inferior do cinto de segurança o mais baixo possível, ou seja, o mais perto do quadril que você puder, e nunca sobre o ventre. Isso evitará que o cinto aperte em volta do bebê caso aconteça uma frenagem repentina.

Lembre-se que, durante a gravidez, a concentração diminui devido a vários fatores. Portanto, dirija com cuidado e sente-se a uma distância de ao menos dez centímetros do volante. Ou, se possível, evite dirigir.

Imagem de capa depositphotos