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7 Coisas que é melhor saber para não cair nas armadilhas dos vendedores nos hortifrutis

Você já reparou que mesmo os grandes hortifrutis costumam deixar caixas de frutas e verduras à mostra, ainda que isso comprometa um pouco a estética do ambiente? Bom, a prática tem uma finalidade: passar a impressão de que os alimentos estão frescos. Embora pareça algo sutil e sem importância, essa estratégia pode fazer com que queiramos levar mesmo as mais caras frutas, sem nos darmos conta.

Pensando nisso, o Incrível.club trouxe 7 coisas que vale a pena saber para evitar cair nas “armadilhas” que nos fazem querer comprar além do que está listado. Confira!

Umidificadores para fazer com que os alimentos pareçam mais frescos

Você já parou na seção de hortifruti do supermercado e notou que algumas frutas ou vegetais estavam com algumas pequenas gotículas de água em sua superfície? Caso sim, é bem provável que tenha imaginado também que se tratavam de alimentos realmente frescos. Essa é, portanto, a estratégia de muitos estabelecimentos que utilizam umidificadores para que eles passem essa impressão ao consumidor no momento de serem escolhidos.

Contudo, é necessário cuidado para não “comprar gato por lebre”, visto que a aparência nem sempre é um indicativo de que o alimento está em sua melhor forma para ser consumido. O maracujá, por exemplo, fica enrugado quando está maduro.

Frutas e legumes “encaixados” ficam à mostra intencionalmente

Outra tática utilizada pelos hortifrutis é deixar que frutas, legumes e verduras fiquem expostos na entrada da loja e geralmente em caixotes de madeira. Embora num primeiro momento possa parecer que isso vá comprometer a estética do ambiente, o efeito causado no cliente é o contrário: o visual passa, na verdade, a impressão de que os alimentos acabaram de chegar da colheita e é, portanto, intencional. Você já havia se perguntado por que esses legumes “encaixados” ficam à mostra? Bom, agora sabemos que é intencional e que há uma lógica por trás disso.

A iluminação pode deixar os alimentos ainda mais atraentes

Se alguma vez você já foi a um comércio e teve a impressão de que havia uma iluminação amarelada ou avermelhada sobre alguns alimentos, saiba que a sua mente não lhe pregou uma peça: É comum que os gestores desses estabelecimentos utilizem da iluminação com o intuito de deixá-los ainda mais atrativos. As frutas e vegetais são comumente iluminados com luzes de temperaturas quentes, ou como chamam em termos profissionais, com um alto índice de reprodução de cor — essa prática valorizará a gama de cores das iguarias atraindo a sua atenção e o induzindo a colocar algumas em seu carrinho. Uma estratégia, convenhamos, no mínimo estimulante, não é?

As frutas que vêm nas redinhas plásticas podem ter mais qualidade que as embaladas

É comum que as frutas embaladas em bandejas de isopor e plástico-filme tenham a aparência realmente agradável — não é à toa que são geralmente selecionadas pelos funcionários do estabelecimento. O problema é que, apesar de nos passarem uma boa impressão, nós não conseguimos tocar ou olhar esses alimentos de origem vegetal em todos os seus ângulos, o que impede de conferirmos a sua qualidade com clareza. “Quem vê cara não vê nutriente”, não é mesmo?!

Em contrapartida, as frutas que vêm nas redinhas plásticas são geralmente selecionadas pelo fornecedor e costumam garantir uma maior qualidade, ainda que possam ser um pouco mais caras. Como vantagem, consegue-se conferir o estado de cada uma e ainda saberemos que o seu transporte foi feito de modo bastante diligente, uma vez que a finalidade das redinhas é proteger a casca sensível durante o trajeto. No fim, se você sempre ficou em dúvida ao fazer feira, saiba que o contato palatável com o alimento, e não somente o visual, pode impedir que você se frustre.

Os cheiros também cumprem um papel importante: o chamado “Marketing olfativo”

É comum que esses caixotes com alimentos à mostra fiquem na entrada dos estabelecimentos, e também há uma razão por trás disso: as cores e os odores, em junção com o rústico, são também um estímulo direto de bem-estar para o cérebro — o que torna o ambiente ainda mais “convidativo”. Portanto, é natural que fiquemos mais tempo onde nos sentimos bem, o que pode nos influenciar a comprar mais, mesmo que implicitamente. Essa tática é chamada de “Marketing olfativo”, e embora seja menos utilizado, existem até mesmo equipamentos capazes de valorizar os cheiros, ou até de criá-los artificialmente.

É preferível evitar amostras e degustações

Outra forma de incentivo às compras utilizadas pelos comerciantes é a técnica de amostragem, como a degustação, por exemplo. Essas “amostras grátis” podem funcionar como um motivador para a compra de um determinado alimento, ainda que você não tenha interesse em levá-lo. Assim sendo, desviar das frutas e legumes que são ofertados gratuitamente, sobretudo os exóticos, pode evitar a tentação de levar para casa o que não estava na lista de compras e, claro, garantir que você não gaste desnecessariamente.

Como a música induz a acreditar que o alimento está fresco

Assim como os umidificadores, a música ambiente é utilizada por muitos estabelecimentos como uma estratégia para fazer com que os alimentos passem para o consumidor a impressão de que estão mais frescos. Alguma vez, enquanto fazia feira você já ouviu o barulho de água corrente e não sabia de onde vinha? Pois então, se as gotículas são capazes de nos fazer acreditar no frescor das frutas e vegetais, essa ideia pode ser reforçada ainda mais quando ouvimos, mesmo que artificialmente, o barulho da água “vindo do teto”. Inclusive, a técnica possui até mesmo um nome: marketing sensorial.

Há algum outro “truque” que você conhece e que vale a pena saber? Conte nos comentários! Quem sabe não possamos ajudar outros leitores?!

Imagem de capa Depositphotos.com
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