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Um homem pensava que era um bom pai até receber isto...

Um homem pensava que era um bom pai até receber isto...

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Ser pai é uma tarefa árdua e que precisa de cuidado. Muitas vezes, por acreditar que fazem mais, papai e mamãe acabam fazendo muito menos, e colocam à frente, ou em primeiro plano, seus trabalhos e obrigações. Para que isso não aconteça com você, o Incrível.club compartilha esta história que circula pelas redes sociais. Com certeza fará você refletir sobre as injustiças que não devem ser cometidas contra os filhos, valorizando absolutamente tudo neles, inclusive os seus supostos erros.

Era quarta-feira, 8 da manhã, cheguei pontualmente à escola do meu filho.

- “Não se esqueçam de vir à reunião, é obrigatória”, foi o que a professora escreveu no caderno da criança.

O que é que a professora pensa? Que dispomos do tempo e da hora que ela diga? Se soubesse como era importante a reunião que eu tinha às 8:30 e que dela dependia um bom negócio... Tive de adiar a reunião.

Lá estávamos todos, pais e mães. A professora começou pontualmente, agradeceu nossa presença e começou a falar. Não lembro o que ela disse, eu estava pensando em como resolver aquele negócio. Provavelmente poderíamos comprar um apartamento com o dinheiro que ia receber.

- “João Rodrigues”, ouvi ao longe, “O pai de João Rodrigues não está?”, a professora falou.

- “Sim, sim, estou aqui”, respondi ao receber o boletim do meu filho.

Voltei para a minha cadeira e comecei a olhá-lo.

- “Eu vim para isto? O que é isto?”, o boletim estava cheio de seis e setes.

Guardei o boletim imediatamente, escondendo-o para que ninguém visse as porcarias de qualificações do meu filho.

Voltando para casa, minha coragem aumentou, enquanto eu pensava: "Sim, eu lhe dou tudo, nada lhe falta, agora sim ele vai ver". Estacionei e saí do carro; entrei em casa, abri a porta e gritei:

- “Venha já aqui, João!”. Ele estava no seu quarto e correu para me abraçar...

- “Papai!”... “Que papai que nada”, afastei-o de mim, tirei o cinto, não sei quantas chicotadas lhe dei, ao mesmo tempo em que dizia o que pensava dele. - "E vá para o seu quarto!", terminei.

João foi embora chorando, sua cara estava vermelha e a sua boca tremia. Minha esposa não disse nada, só mexeu a cabeça negativamente e saiu.

Quando fui me deitar, já um pouco mais tranquilo, minha esposa me entregou o boletim do João, que estava no bolso do meu paletó, e disse:

- “Leia devagar e depois tome sua decisão". Dizia assim:


Boletim do papai

Ele tinha colocado seis e sete para mim! Eu teria me qualificado com menos de 5. Levantei e corri até o quarto do meu filho, abracei-o e chorei. Queria voltar no tempo, mas era impossível. João abriu seus olhos, ainda estavam inchados por causa das lágrimas, sorriu, abraçou-me e disse:

-"Eu amo você, papai!" Fechou os olhos e dormiu.

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