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Indícios de que não estamos sozinhos no Universo

Estamos sozinhos no Universo? Esta é uma das perguntas mais feitas durante a história da humanidade. Por conta dela, já construímos telescópios gigantes, lançamos satélites a planetas distantes e desenvolvemos várias teorias sobre o assunto. Ao longo de várias décadas, pesquisadores vêm realizando buscas incessantes sobre inteligência extraterrestre e, segundo alguns deles, vários indícios já surgiram.

Incrível.club traz a você sete sinais de que nós, terráqueos, não somos os únicos na imensidão do espaço.

1. Bactérias microscópicas em meteoritos

Durante os milhões de anos de existência do nosso Planeta, dezenas de milhares de meteoritos caíram na Terra. Alguns deles têm origem marciana. E foi nesses meteoritos que indícios de uma possível vida extraterrestre foram encontrados.

Um deles é o Nakhla, que caiu no Egito em 1911. Porém, o meteorito só começou a ser estudado 80 anos depois, em 1999. Dentro dele, foram descobertas estruturas filamentosas que são como rastros deixados por bactérias. É impossível que organismos terrestres tenham penetrado ao interior de uma rocha milenar. O mais provável é que as bactérias que deixaram essas marcas não sejam da Terra.

Outro meteorito, o Shergotty, foi encontrado na Índia em 1865. Quando ele passou a ser analisado, descobriram que continha certos elementos que só podiam ter tido origem na água. A idade destes elementos é de algumas dezenas de milhares de anos. Os cientistas concluíram que esse meteorito deve ter passado um bom tempo sob a água.

2. O sinal "Wow!"

Em 15 de agosto de 1977, pesquisadores da Universidade do Estado de Ohio, nos EUA, enquanto trabalhavam com o radiotelescópio “Big Ear“, captaram um sinal forte e estranho, cuja fonte foi localizada fora do Sistema Solar. Para o responsável pelo estudo o doutor Jerry Ayman, o som foi tão inesperado que destacou o grupo de símbolos correspondentes num papel, chegando ao resultado de ”Wow!“, expressão equivalente ao nosso “Uau!”.

Existem muitas teorias e supostos significados para aqueles sons, mas nenhum deles foi identificado como verídico. Posteriormente, quando os pesquisadores tentaram captar um sinal similar, não conseguiram encontrar, por mais que procurassem.

3. Indícios na História

Os hieróglifos egípcios encontrados no templo de Seti I, em Abidos, têm uma forma estranha: algo parecido com um helicóptero, um dirigível e um submarino. Esta descoberta provocou muita discussão entre historiadores e arqueólogos, que até hoje não têm uma explicação definitiva.

Na pintura de Domenico Ghirlandaio, criada no século 15, vemos a Virgem Maria e, por trás dela, é possível ver que há uma pessoa observando um objeto luminoso no céu, parecido a uma nave espacial.

Outro artefato antigo que tira o sono dos pesquisadores é o Enigmalito. Trata-se de uma pedra contendo um elemento encrustado, cujo objetivo não é claro e que tem um aspecto que lembra o de uma tomada. A idade aproximada desse objeto é 100 mil anos.

4. Atmosfera viva de Marte

Não faz muito tempo que os dados do robô explorador de Marte Curiosity comprovaram que o planeta vermelho conta com muito metano. Na Terra, cerca de 95% desse gás é produzido por organismos vivos — o pum de todos os animais contém metano. Os outros 5% são resultado de atividades vulcânicas.

Cientistas dizem que o metano marciano nesta concentração deve ser renovável, já que ele se decompõe quando sob os efeitos dos raios ultravioletas e da radiação. Isso significa que o mais provável é que o metano não tenha origem em vulcões, e sim no resultado de processos vivos.

5. A vida pode existir em qualquer lugar

O espaço sideral é prejudicial para as criaturas vivas, mas algumas delas são capazes de sobreviver nele por um longo período.

Por exemplo, os tardígrados (espécie de inseto que tem menos de 1 milímetro) podem aguentar temperaturas que vão de −273° até +151°, e radiação mil vezes maior do que a dose mortal para qualquer outra criatura do Planeta. Eles podem sobreviver numa atmosfera de sulfeto de hidrogênio e dióxido de carbono. São capazes ainda de perder até 100% do líquido do corpo.

Pesquisadores suecos realizaram um experimento e colocaram tardígrados na superfície externa da estação espacial. Após passar 10 dias no espaço sem qualquer proteção, esses organismos pareciam totalmente secos, mas, quando recolhidos ao interior da estação, eles "reviveram".

Se a vida presente em nosso Planeta é capaz de resistir até nas condições mais extremas, por que não poderia existir vida fora da Terra?

6. Existem milhares de planetas similares à Terra

Um grupo de estudiosos da Universidade de Berkley publicou os resultados de uma pesquisa, que analisou 42 mil sistemas planetários fora da nossa galáxia e visíveis da Terra. Eles descobriram que cerca de 22% dos planetas podem ser adaptados para a vida. Ou seja, para cada cinco estrelas similares ao Sol há um planeta em condições parecidas às da Terra.

7. Não existe água só na Terra

Todos nós sabemos que, para surgir vida, é preciso haver água. E ela não está presente apenas na Terra.

Um dos lugares onde poderia haver vida é Europa, o satélite de Júpiter. Segundo os últimos dados dos cientistas, Europa é coberta por oceanos enormes, cuja quantidade de água é maior da que temos na Terra. A superfície é congelada, mas sob a força da gravidade de um gigante como Júpiter, a água presente embaixo da camada de gelo pode estar no estado líquido e conter vida.

As mesmas características foram observadas em Encélado, satélite de Saturno. Os cientistas comprovaram que há também um oceano sob sua camada de gelo. Assim como acontece com Europa, o oceano de Encélado torna o satélite um lugar onde poderia haver vida fora da Terra.

Imagem de capa NASA