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Ainda temos muito que aprender sobre o Universo

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Graças a naves e sondas espaciais, cientistas recebem todos os dias novas informações sobre o Universo e sobre o Sistema Solar. Hoje, trazemos alguns descobrimentos recentes que mostram como o Universo carrega infinitos mistérios.

Aparentemente houve vida em Marte

A incansável sonda Curiosity descobriu vestígios de boro nas pedras da cratera Gale. A presença deste elemento indica que, em algum momento, a água na superfície deste planeta serviu para abrigar vida.

Uma das razões que levaram à aparição do boro na Terra é a água quente do subsolo com pH neutro, que deixa uma espécie de 'veia' que contém este elemento químico. Isso permitiu aos cientistas uma contundente razão para procurar rastros de vida em Marte.

Fonte: LANL

Stephen Hawking iniciou um programa para procurar vida extraterrestre

O projeto contempla a criação de uma nave que terá ao redor de mil aparelhos espaciais a bordo, cujo propósito será explorar os planetas onde o ser humano poderia viver. O objetivo do projeto é alcançar o Alfa Centauri, o sistema estrelar mais próximo de nós.

Ainda é muito cedo para pensar em voos interestrelares. Afinal ainda vai demorar dezenas de anos para que a nave esteja acabada e o projeto requer o aperfeiçoamento de várias tecnologias espaciais existentes. Segundo os criadores do projeto - Stephen Hawking e Yuri Milner -, a velocidade da nave deverá ter 20% da velocidade da luz, o que permitirá alcançar o Alfa Centauri em 24 anos.

Júpiter e Netuno lançam cometas na Terra

Durante mais de 20 anos, os cientistas acreditaram que Júpiter, graças ao seu campo gravitacional forte, atraía cometas e asteroides do Sistema Solar. Segundo pesquisas realizadas por cientistas da NASA, foi possível supor que, pelo contrário, Júpiter e Netuno lançam objetos no Sistema Solar, e alguns poderiam se chocar com a Terra. É justamente o planeta Júpiter o suspeito de 'lançar' ao nosso planeta o famoso meteorito de Chelyabinsk, de 17 metros de diâmetro, que caiu na região da Rússia em 2013.

Fonte: JPL

Plutão tem água em estado líquido

Segundo dados recebidos com a ajuda de um equipamento espacial da NASA chamado New Horizons, embaixo dos 300 km de gelo existe um oceano líquido de pelo menos 100 km de profundidade. Aparentemente, a salinidade do oceano de Plutão chega a 30%, ou seja, igual ao do Mar Morto. Não obstante, cientistas ainda não têm dados sobre possíveis seres vivos no oceano 'escondido'.

Antigamente, Vênus era habitável

Atualmente, Vênus é o planeta mais quente do Sistema Solar, o que, obviamente, exclui a possibilidade de que exista água na sua superfície. Não obstante, há mais de 4 bilhões de anos havia oceanos no planeta e eles existiram por mais de 2 bilhões de anos. Isso faz aumentar a suposição de que havia vida nele. Atualmente, Vênus gera um campo elétrico tão potente que expulsa do planeta os átomos de hidrogênio e oxigênio que acabam sendo levados para o espaço.

Fonte: ESA

Os anéis e os satélites de Saturno são mais jovens que os dinossauros

Saturno tem 62 satélites que giram ao seu redor e vários anéis que são feitos basicamente de gelo. Segundo uma teoria, há algum tempo o planeta tinha mais satélites, mas eles se chocavam entre si e criavam luas maiores.

Dados de 2016 permitiram supor que os anéis não se formaram ao mesmo tempo que o planeta, há aproximadamente 4 bilhões de anos. Usando um simulador, foi detectado que os anéis de Saturno, assim como todos os seus satélites (menos Jápeto e Titã), apareceram quando os dinossauros ainda habitavam a Terra.

Fonte: Space

Pode surgir um novo planeta no Sistema Solar

Em janeiro de 2016, usando uma simulação por computador, foi detectado que possivelmente exista outro planeta no Sistema Solar. Segundo suposição dos astrônomos Konstantin Batygin e Mike Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (o último é o responsável por ter tirado o 'título' de planeta de Plutão), o objeto está 20 vezes mais longe do Sol do que Netuno. Aparentemente, o diâmetro do planeta é de duas a quatro vezes maior que o da Terra, e ele pesa 10 vezes mais. O planeta ainda não tem nome; isso acontecerá apenas se a sua existência for comprovada.

Estima-se que existam 15 asteroides grandes em volta da Terra

O programa espacial lançado pela NASA em 2005 tem como objetivo detectar 90% dos objetos grandes no Sistema Solar até 2020. Até agora, foram descobertos mais ou menos 90% dos objetos de tamanho maior que 915 metros, e apenas 27% dos objetos de tamanho maior que 140 metros. Durante as pesquisas, foram descobertos mais ou menos 15 mil objetos de diferentes tamanhos.

Fonte: Sci-news

Perto da estrela mais próxima do Sol pode existir um planeta habitável

Em agosto de 2016, os cientistas anunciaram o descobrimento do planeta Próxima B, que gira em torno da estrela chamada Próxima Centauri. O período de rotação do planeta é de 11,2 dias terrestres, e a temperatura na superfície é de -40°C, aproximadamente. O planeta gira em torno da estrela em uma zona chamada de 'zona habitável', ou seja, poderia ter vida. Em outras palavras, a distância entre o planeta e a estrela faz com que possa haver água líquida nele. Se no planeta forem descobertos campo magnético e atmosfera, podemos assumir que lá existem organismos vivos. Quais? Os cientistas ainda vão descobrir.

Fonte: QMRO

Cientistas têm provas da existência de buracos negros

Ao completar 100 anos, a Teoria da Relatividade de Einstein recebeu um grande presente: um descobrimento que comprovou um de seus princípios fundamentais. Em fevereiro de 2016, cientistas descobriram ondas gravitacionais que o grande físico tinha previsto. Isso comprova a existência de buracos negros. Além disso, se os cientistas puderem registrar as ondas que foram formadas como resultado do Big Bang, será possível entender sem sombra de dúvidas como o Universo se formou.

Fonte: Caltech

Tradução e adaptação Incrível.club
Imagem de capa eso, nasa
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