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5 Mitos em que muita gente acredita em pleno 2017!

Os cientistas usaram muito esforço para desmentir diversos mitos, mas alguns meios de comunicação e filmes ainda continuam a divulgar algumas bobagens.

O Incrível.club escolheu os 5 mitos mais famosos para desmentir de uma vez por todas.

Mito № 5: o HIV não existe

O vírus da imunodeficiência humana é um tipo de retrovírus. Muitos tipos de animais ficam doentes com retrovírus e o HIV é o primeiro similar a ser detectado em humanos. Por sinal, a descrição e a descoberta do HIV recebeu um Prêmio Nobel. E o vírus foi descoberto em 1985, há mais de 30 anos....

Sim, o vírus existe. E é por isso que você deve se proteger e proteger seu parceiro, fazendo sexo seguro e usando preservativo.

Mito № 4: o nosso cérebro funciona entre 5% e 10% da sua capacidade máxima

Nosso cérebro trabalha em intensidades diferentes, tudo depende do tipo de atividade que fazemos. Quando lemos um livro, algumas partes do cérebro trabalham, quando beijamos alguém, outras. O ser humano não pode dirigir um carro, tocar piano e esquiar ao mesmo tempo: é por isso que nossa atividade cerebral nunca atinge 100% de sua capacidade. Mas não, não só 10% que são usados.

Mito № 3: os alimentos que contêm organismos geneticamente modificados são perigosos

Todas as plantas geneticamente modificadas passam por um teste de segurança alimentar: é estudada sua relação com o meio ambiente e o efeito que ele tem sobre a saúde das pessoas. Entre milhares de genótipos prováveis ​​sempre são escolhidos o melhor. Poderíamos dizer que é uma espécie de "seleção natural".

Mito № 2: o aquecimento global é uma invenção

A partir de 1905, a temperatura no Planeta aumentou em 0,86 °C, o que significa uma mudança bastante notável. Se a quantidade de gases de efeito estufa não for reduzida, em 2040 a temperatura pode aumentar em 2 °C e até 2100 em 4 ou 5 °C, o que basicamente mudaria todo o sistema climático da Terra.

Mito № 5: a etnia é transmitida pelos genes

A etnicidade não está "ligada" aos genes: não é um fenômeno biológico, mas cultural. A época em que as pessoas acreditavam que as etnias tinham uma natureza genética já passou. Como a língua, uma etnia não é algo congênito: é alcançado (ou não) ao se relacionar com outras pessoas. Por exemplo, duas irmãs podem ter o mesmo conjunto de genes, mas se manifestam de forma diferente.