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10 Itens femininos indispensáveis ​​que as pessoas usam há muito mais tempo do que pensávamos

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Brincos, meia-calça, batom e sapatos de salto alto já foram experimentados ou usados ​​pela maioria das mulheres, pelo menos uma vez na vida. Atualmente, esses itens são acessíveis a todos, mas nem sempre foi assim, e antigamente podiam custar uma fortuna.

Nós, do Incrível.club, nos interessamos pela história de itens femininos e descobrimos que muitos deles eram originalmente destinados apenas para homens, além de serem inacessíveis para a maioria das pessoas ou terem um propósito completamente diferente do atual.

1. Batom custava caríssimo

  • Se agora o batom é feito de cera, óleos e pigmentos, na antiguidade eram usados cinábrio, henna e carmim. Os lábios da rainha egípcia Nefertiti provavelmente cheiravam a ferrugem e eram venenosos, já que ela os esfregava com óxido de ferro e cera de abelha.
  • Eram necessários 70 mil insetos (cochonilhas) para obter cerca de meio quilo de carmim, o pigmento vermelho usado no batom de Cleópatra.

  • Na Mesopotâmia, joias eram moídas para fazer tinta cintilante para os lábios.

2. O maiô foi inventado para esconder o umbigo

  • A história da roupa de banho não é uma das melhores no quesito conforto. Até a segunda metade do século XVII na Europa, as mulheres nadavam sem roupas ou com faixas de pano, mas a partir de 1670 foram proibidas de visitar os locais de banho públicos sem trajes especiais.
  • Aos poucos, foram expostos os braços, depois as pernas, e a gola desapareceu dando lugar ao decote. Durante a Segunda Guerra Mundial, devido à necessidade de economizar tecido, popularizou-se a roupa de banho de duas peças, que mostrava um pouquinho da parte superior do abdômen. Somente em 1946 é que o estilista francês Louis Réard expôs ao mundo da moda o umbigo de uma mulher na apresentação de um novo modelo de biquíni.

3. Tinta de cabelo segura

  • Na Antiguidade, homens e mulheres tingiam os cabelos com canela, alho-poró, henna, pó de ouro e até sanguessugas para esconder os fios grisalhos ou para adquirir uma tonalidade popular e nobre.
  • Na Europa, a coloração dos cabelos passou a ser atribuída exclusivamente às mulheres apenas a partir da Idade Média.

  • Antes da invenção da primeira tintura orgânica (de cor roxa) por William Perkin em 1856, o cabelo era tingido com ácido sulfúrico e chumbo, e depois desbotado ao sol pós-tratamento com álcali. Em 1907, Eugène Schueller, fundador da L’Oréal, desenvolveu uma fórmula de tinta eficaz que mudou a vida das mulheres em todo o mundo.

4. O sutiã surgiu dos esportes

  • Todo mundo já ouviu falar de espartilhos, mas o que veio antes deles? As atletas da Roma Antiga usavam faixas que pareciam um sutiã sem alças para esportes. Tem até mosaicos representando o primeiro sutiã primitivo, que podem ser vistos na Sicília e em Pompeia.
  • A primeira patente de um sutiã foi emitida em 1914, mas isso poderia ter acontecido no século XV; em 2012, cientistas encontraram “sacolinhas para peito” medievais feitas de linho muito semelhantes a um sutiã moderno.

5. Brincos eram acessórios para boêmios e ladrões

  • Na Roma Antiga, os brincos eram usados ​​por escravos, e na Grécia Antiga, por jovens “promíscuas”. As mulheres nobres romanas e gregas também usavam brincos, mas com pedras preciosas, que enfatizavam ainda mais seu alto status.
  • Na Europa, os brincos eram populares entre ladrões, piratas e ciganos e, na época de Shakespeare, serviam como uma marca distintiva de poetas, músicos e artistas.

6. Sapatos de salto alto masculinos

  • Os primeiros sapatos com salto surgiram na Pérsia no século X: os soldados os usavam enquanto cavalgavam para prender melhor os pés nos estribos. Os saltos se espalharam da Pérsia para a Europa, onde os homens aristocratas os usavam para parecer mais altos e respeitáveis.
  • As mulheres também começaram a calçar os sapatos com salto, sob a influência da moda masculina. E só no final do século XVIII passaram a ser associados exclusivamente ao guarda-roupa feminino.

  • Christian Louboutin, que criou o famoso salto alto de sola vermelha, já conhecia bem a história da moda. No século XVII, os aristocratas de muitos países começaram a usar sapatos com sola e salto vermelhos (cor símbolo do luxo e da guerra), até que Luís XIV decretou uma lei que permitia o uso de saltos vermelhos apenas por membros de sua corte.

7. Rímel era prejudicial à saúde

  • Quando Elizabeth I assumiu o poder na Inglaterra, os cabelos ruivos entraram na moda. A tendência era clarear e tingir os cílios para combinar com o cabelo. Isso costumava ser perigoso, já que eram usadas misturas caseiras de substâncias tóxicas.

  • O perfumista da corte da Rainha Vitória, Eugène Rimmel (fundador da empresa de cosméticos Rimmel), desenvolveu um composto de rímel a partir de pó de carvão e vaselina. Sua invenção se tornou uma sensação na época, porque foi o primeiro produto não tóxico inventado para os cílios.

8. Absorventes íntimos foram feitos a partir de curativos que sobraram da guerra

Um acontecimento importante na vida das mulheres foi a criação dos absorventes higiênicos (por volta de 1920). Eles foram feitos das reservas de curativos absorventes, destinados a soldados, que sobraram após a Primeira Guerra Mundial.

9. Meias-calças eram destinadas a homens nobres

No século XV, na Europa, as primeiras meias-calças eram feitas de lã e com uma atadura especial, e usadas apenas por aristocratas. Foi somente no século XVIII que essa peça de vestuário entrou no guarda-roupa feminino.

10. O coletor menstrual surgiu no século XIX

O coletor menstrual não é uma invenção do século XXI, nem mesmo do século XX. Em 1884, esse copinho de borracha já havia sido anunciado, só que com um suporte preso ao quadril.

Já conhecia esses fatos da história dos itens femininos? O que mais te surpreendeu nisso tudo? Comente!

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