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10 Coisas que o corpo humano consegue fazer e que deixam os cientistas intrigados

Começando com embriões curando as próprias mães e chegando até uma capacidade cerebral equivalente a um vídeo com 3 milhões de horas de duração... alguns fatos deixam os cientistas intrigados até os dias de hoje, mas por outro lado, representam motivos para que continuemos admirando a complexidade do corpo humano.

Nós, do Incrível.club, decidimos sair em busca de provas dos superpoderes presentes nas pessoas e não nos decepcionamos. Continue lendo este artigo para descobrir habilidades humanas das quais talvez nem fizesse ideia!

1. Nosso cérebro produz energia suficiente para acender uma pequena lâmpada

Nosso cérebro conta com cerca de 100 bilhões de neurônios. Quando nos movimentamos, enxergamos, pensamos, sonhamos ou rimos, sinais elétricos e químicos viajam em meio a bilhões dessas células no que pode ser descrito como uma espécie de “rodovia neural”. Assim, ainda que um único neurônio produza uma quantidade pequena de eletricidade, todos eles juntos são capazes de criar energia suficiente para acender uma lâmpada de baixa voltagem.

2. O olfato tem o poder de nos levar de volta ao passado

Quando sentimos um aroma de algo que nos liga a algo significativo do nosso passado, a primeira coisa que vivenciamos são as emoções que estavam presentes naquele momento. Em seguida, a memória entra em ação. Às vezes, nem sequer nos lembramos exatamente da situação ou do fato, mas as emoções afloram mesmo assim.

Essa habilidade tem uma simples explicação relacionada à evolução. Nosso cérebro tem uma parte dedicada a detectar elementos químicos indicando a proximidade com algo e é justamente isso que o olfato faz. E isso era muito importante para a sobrevivência dos nossos ancestrais.

3. Você consegue levantar uma pessoa de 45 quilos, mas não uma pedra com mesmo peso

Quando erguemos uma “carga viva”, a tarefa é mais fácil porque a pessoa levantada pode se adaptar à gravidade, distribuindo o peso do corpo em várias direções. Se ela quiser, pode inclusive envolver seu corpo com os braços, deixando tudo ainda mais fácil. Já ao suspender um objeto inanimado, como uma pedra, será impossível distribuir o peso para aliviar o efeito da gravidade, que permanece atuando em sua posição padrão, dificultando muito o trabalho de levantar aquele item.

4. O cérebro das mulheres realmente encolhe durante a gravidez

Um estudo confirmou que o termo “cérebro de grávida” não deve ser usado apenas como forma de explicar a “montanha-russa” emocional pela qual passa a futura mãe. O cérebro realmente encolhe durante a gravidez, mas isso não é algo negativo. Ao encolher, o órgão se torna mais eficiente e a mulher se prepara para a maternidade.

Na verdade, a perda de massa cinzenta ocorre na parte responsável pela compreensão das crenças alheias, dos sentimentos e de sinais não verbais. A mudança incrementa a capacidade de estabelecer um vínculo com o bebê e ainda deixa a mulher mais alerta em relação a possíveis ameaças que possam colocar o filho em risco, aumentando as chances de conseguir agir rapidamente de modo a se proteger.

5. Para ter uma superforça, é preciso “desligar” o intestino

Fadiga, dor e medo estão entre as sensações que nos impedem de aplicar a grande força que temos em nosso dia a dia. Por outro lado, sempre ouvimos histórias de pessoas que conseguiram até erguer carros no intuito de salvar entes queridos. Tal “superpoder” vem da adrenalina. Porém, para que a substância atue corretamente, precisamos desativar o sistema digestivo e o imunológico. É aí que a combinação de níveis de energia com aumento do fluxo de oxigênio dá uma força extraordinária.

É uma pena, mas o fato é que não conseguimos dispor desses superpoderes o tempo todo. Do contrário, nosso corpo não seria capaz de resistir a toda força e ao intenso trabalho realizado. O resultado poderia prejudicar nosso bem-estar geral, começando pelo sistema imunológico e pelo cardiovascular e levando ao surgimento de outras doenças.

6. Conseguimos “enxergar” com os ouvidos

Há muitos casos de pessoas cegas que conseguem se locomover usando bengala ou recorrendo a sons que criam eco. Assim, elas ganham uma espécie de consciência sobre o ambiente em que estão. Especialistas estudaram o cérebro de um deficiente visual chamado Daniel Kish. Ele descreveu sua visão como “algo como enxergar o mundo em tênues flashes de luz”.

Enquanto o cérebro de Kish estava sendo analisado, a parte que controla o contexto visual realmente foi ativada quando ele ouvia os ecos e isso o ajudou a se locomover por meio de sons. No entanto, quando ele escutava outros barulhos, a mesma área se “aquietava”. Isso fez com que os cientistas concluíssem que o homem realmente vivenciava algo muito parecido com visões.

7. Dores de cabeça podem indicar que devemos procurar abrigo antes que o tempo mude

Para alguns indivíduos, dores de cabeça podem não ser apenas sinal de cansaço ou de sobrecarga profissional. A sensação, nesses casos, funciona como uma previsão do tempo. Na realidade, uma pesquisa confirmou que dores de cabeça, das leves às mais intensas, ocorrem por mudanças no clima. Isso ocorre pelas alterações de temperatura e barométricas.

Há quem sinta dor de cabeça por uma elevação abrupta na temperatura ou na pressão atmosférica, geralmente durante tempestades. Em períodos de muita chuva, o calor e o ar frio se misturam, criando variações na pressão do ar (barométrica). Aliás, é por processos assim que tempestades com raios, chuva e vento são formadas. Esse tipo de pressão do ar costuma afetar certas regiões e, no caso das dores de cabeça, a “região” é você.

8. O cérebro tem a capacidade de guardar 2,5 petabytes de memória

O cérebro humano possui cerca de um bilhão de neurônios. Cada um deles cria mil conexões com outros neurônios, perfazendo um total de um trilhão de ligações. Isso dá ao cérebro a capacidade de armazenamento na ordem de aproximadamente 2,5 petabytes — ou um milhão de gigabytes. Quando comparamos o número à duração de um vídeo em formato digital, ele ficaria com três milhões de horas. O vídeo poderia ser exibido sem parar por mais de 300 anos.

9. O embrião consegue curar a mãe

Há muitos estudos envolvendo mulheres grávidas e os bebês esperados. Os resultados de tais pesquisas deram aos especialistas uma nova perspectiva sobre o poder dos fetos. Durante a gravidez, as células do embrião se movem pela placenta, fixando-se em diferentes partes do corpo da mulher. E isso tem a capacidade de influenciar na saúde da futura mãe.

Estamos falando de células que permanecem no corpo feminino por até dez anos após o nascimento da criança. Elas conseguem até mesmo curar o organismo da mãe após eventuais lesões surgidas no período da gravidez.

10. O ouvido humano é capaz de “escutar” moléculas

Em se tratando, por exemplo, do mel, somos capazes de notar, só com a visão, se ele está frio ou quente. Quando frio, o mel fica mais espesso, situação que muda quando ele está quente. Entretanto, o mesmo não ocorre quando falamos na diferença entre água quente e água fria. O que você possivelmente não sabe é que podemos ouvir as moléculas da água: para isso, basta derramar água em dois copos diferentes para perceber a diferença.

Experimente pegar dois copos, colocando dentro de um deles água quente e água fria no outro. Ao fazer isso, você conseguirá ouvir a diferença. O fenômeno acontece porque as moléculas de água fria possuem menor energia, produzindo sons em frequência mais baixa. Ao contrário da água quente, que produz barulho mais agudo por contar com mais energia. Dessa maneira, podemos dizer que possuímos uma habilidade bem curiosa, não é mesmo?

Você tem conhecimento sobre outros superpoderes encontrados em nós, humanos? Já sentiu dores de cabeça relacionadas à mudança no clima? Se é mãe, se sentiu mais saudável após a gravidez? Comente!

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