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Estas criaturas são da época dos dinossauros

Em nosso Planeta vivem muitas criaturas que apareceram há tanto tempo que, em comparação com os milhões de anos que estão na Terra, a humanidade pode ser considerada um bebê recém-nascido.

O Incrível.club apresenta para você as criaturas mais estranhas e algumas bem perigosas para o homem. Esses animais continuam horripilantes!

O peixe jacaré (atractosteus spatula)

100 milhões de anos

Basta olhar para este peixe, para perceber que esta criatura não é do nosso tempo. Muitas vezes se fala de 'fóssil vivo', por causa da semelhança com o seu antepassado, que viveu há 100 milhões de anos. Este predador de três metros habita a água doce, tem dentes longos, que parecem agulhas, escamas espessas grossas em forma de losangos e, apesar de viver dentro da água, consegue respirar fora dela. É encontrado nos Estados Unidos e no México.

A arraia gigante (H. chaophraya)

400 milhões de anos

Os ancestrais deste animal existiam 400 milhões de anos atrás. Seu tamanho pode atingir dois metros de diâmetro, sem contar a cauda. A cauda longa, flexível é a sua principal arma: em sua ponta há dois espinhos afiados, um deles é usado para atacar e o outro contém um veneno mortalmente perigoso. O golpe é tão forte, que pode quebrar o fundo de um barco. É encontrada nos rios do sudeste asiático, em países como a Tailândia e o Camboja.

Crocodilo (Crocodylidae)

250 milhões de anos

Anatomicamente os crocodilos assemelham-se aos dinossauros. Sabe-se que vivem em nosso Planeta desde o período Jurássico (250 milhões de anos atrás) e, desde então, quase não mudaram. Os crocodilos sempre foram reverenciados e, no antigo Egito, eram um dos deuses. Os parentes mais próximos dos crocodilos são as aves. Outro detalhe: as lágrimas de crocodilo realmente existem, dessa maneira seu organismo remove o excesso de sais. O maior crocodilo do mundo foi capturado nas Filipinas. Seu comprimento era de 6,17 metros e foram necessárias 100 pessoa para capturá-lo. A chamada crocodylidae são uma família, da qual fazem parte espécies como o jacaré brasileiro, os aligatores dos Estados Unidos e os gaviais, que vivem na Ásia, além de outras espécies encontradas na Áfica e Austrália.

Equidnas (tachyglossidae)

110 milhões de anos

As equidnas ou zaglossos se assemelham ao ouriço e ao porco-espinho, mas, na verdade, seus parentes mais próximos são os ornitorrincos. Esses pequenos animais não crescem mais do que 30 cm e quase não mudaram em 110 milhões de anos de sua existência. Encontradas na Austrália e na Nova Guiné.

Celacanto (Latimeria)

100 milhões de anos

Os celacantos foram considerados extintos desde o período Cretáceo, mas, de repente, em 1938 um deles apareceu em uma rede de pesca. Esses peixes podem chegar a até 2 metros de comprimento e não põem ovos, mas produzem dezenas de crias totalmente desenvolvidas. Encontrado no Oceano Índico.

Medusa ou água viva (Cnidaria)

700 milhões de anos

As águas vivas vivem em praticamente todos os mares e oceanos. Existem 200 tipos de água viva: algumas preferem águas quentes e vivem perto da superfície, enquanto outras preferem águas mais frias e vivem próximas do fundo. A maior água-viva do mundo é a juba de leão, encontrada nas águas do Ártico e do México. O comprimento dos seus tentáculos pode chegar a 37 metros.

A quantidade de água viva tem aumentado. As águas vivas consistem em 98% de água e uma das espécies, a Turritopsis Nutricula, é a única criatura imortal do Planeta. Encontrada nos oceanos do mundo inteiro.

Tubarão duende (Mitsukurina owstoni)

125 milhões de anos

Os antepassados deste tubarão existiram há 125 milhões de anos. Enquanto seus parentes maiores foram extintos, o tubarão duende de três metros ainda vive em grandes profundidades - a partir de 200 metros -, nos oceanos Atlântico, Pacífico e Índico. As longas mandíbulas podem se deslocar livremente, ele tem uma cor rosa peculiar, por causa dos vasos sanguíneos situados perto de sua pele. Apesar de sua aparência assustadora, não representa nenhum perigo às pessoas e raramente cruza com elas.

As tuataras (sphenodon)

200 milhões de anos

As tuataras são os répteis mais antigos da Terra. Elas ajudam os cientistas a estudar a evolução de duas espécies ao mesmo tempo: tanto a dos lagartos como a das cobras. A tuatara tem um terceiro olho: o olho pariental, que não é visto sob as escamas, mas é sensível à luz e ao calor e é responsável pela regulação do organismo do animal.

As tuataras vivem na Nova Zelândia e muitas vezes se instalam na toca das aves petrel. Durante todo o dia, enquanto os pássaros buscam comida, as tuataras descansam na toca e, quando as aves retornam à noite, elas saem para caçar.

Lampreia (hyperoartia)

360 milhões de anos

Estas criaturas na forma de um tubo não têm mandíbulas: algumas são parasitas e se prendem a outros peixes, alimentando-se de seu sangue. Apesar de sua aparência desagradável, as lampreias comem umas às outras, por isso algumas espécies se tornaram muito raras. Têm como característica o fato de que nascem em rios, migram para o mar e, depois, na época da reprodução, voltam para os rios. Encontradas na Espanha e em Portugal.

As esponjas (porifera)

760 milhões de anos

A esponjas não têm cérebro ou sistema nervoso, elas não se movimentam e ficam grudadas a uma superfície dura no fundo do mar. No entanto, se houvesse um grupo de seres vivos que sobrevivesse a um apocalipse global, seriam as esponjas. Recentemente, foram encontrados vestígios de esponjas marinhas em fósseis, cuja idade é estimada em 760 milhões de anos.

Triops

230 milhões de anos

Estes pequenos crustáceos simplesmente ignoraram a evolução. Quase não se alteraram desde o período Triássico (ou Triásico), quando na Terra apareceram os primeiros dinossauros e somente havia um único Continente: a Pangeia (na era Paleozoica). Eles vivem em fontes de água doce, como lagoas ou canais, onde botam suas larvas (cistos). Se a água secar, esses cistos podem permanecer por anos no solo, aguardando condições favoráveis para o nascimento de mais crustáceos.

Imagem de capa eastnews
Produzido com base em material de The Richest, nat-geo